quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

PORQUE PRECISAMOS DE APOSTOLOS HOJE

terça-feira, 30 de agosto de 2011

10/10 O Reino dos Reis Ignorantes ~ Dr. Myles Munroe

9/10 O Reino dos Reis Ignorantes ~ Dr. Myles Munroe

8/10 O Reino dos Reis Ignorantes ~ Dr Myles Munroe

8/10 O Reino dos Reis Ignorantes ~ Dr Myles Munroe

7/10 O Reino dos Reis Ignorantes ~ Dr. Myles Munroe

6/10 O Reino dos Reis Ignorantes~ Dr. Myles Munroe

5/10 O Reino dos Reis Ignorantes ~ Dr. Myles Munroe

3/10 O Reino dos Reis Ignorantes ~ Dr. Myles Munroe

2/10 O Reino dos Reis Ignorantes ~ Dr. Myles Munroe

1/10 O Reino dos Reis Ignorantes ~ Dr. Myles Munroe

sábado, 13 de agosto de 2011

A IGREJA COMO MANIFESTAÇÃO DO CORPO


A IGREJA COMO MANIFESTAÇÃO DO CORPO

As sagradas escrituras nos ensinam que a Igreja é uma só... Se isto é verdade então surge a primeira pergunta, Porque os apóstolos fundaram igrejas em vários lugares? ... Se a Igreja é uma, porque existem tantas?

Para poder ter uma resposta correta devemos ver as diferenças entre a igreja e as igrejas. Mateus capítulos 16 e 18 nos dão claridade a resposta.

Mt. 18:17 – Aqui a palavra igreja é usada para se referir aos filhos de Deus que vivem em um lugar determinado, esta igreja está limitada a tempo e espaço, esta é a igreja local não a universal.

Mt. 16:18 Esta Igreja refere-se a todos os filhos de Deus em todos os lugares, esta é a igreja universal e não a local (não conhece tempo nem espaço)

A “Igreja” de Deus se pode dividir em “igrejas” sob uma só base permissiva, as localidades. Esta é a única forma permitida por Deus que a igreja pode tomar sua forma plural, igrejas.

Nas sagradas escrituras vemos que se fala da Igreja no singular e não no plural: (I Tes. 2:14); (I Co. 10:32).

Quando se fala da Igreja como um corpo, tendo em conta a todos os filhos de Deus, se refere a Igreja única, invisível e claramente espiritual. Porém quando se faz referencias as igrejas, fala-se das igrejas das distintas localidades, estas são as chamadas igrejas locais. Estas são naturais (visíveis) e estão expostas a serem manipuladas pelos homens.

Esta diferenciação entre a igreja e as igrejas nos permite entender que os problemas e dificuldades não ocorre com a Igreja, mas sim com as igrejas.

A única forma das igrejas chegarem a exercer o trabalho local e se tiverem claramente a revelação, precisa e prática de sua função de corpo, caso contrário teremos um corpo fragmentado.

A bíblia reconhece unicamente duas igrejas, a local e a universal. Não se pode admitir várias divisões da igreja local, pois isto a fragmenta.

Tudo o que a igreja realiza, deverá ser encarado com mentalidade de corpo e com projeção de reino.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Reinovivo: O Poder da Liderança Servidora

Reinovivo: O Poder da Liderança Servidora: "O Poder da Liderança Servidora - Parte Assunto: O Poder da Liderança Servidora – Parte Conferência de discurso em primeira pessoa. “E..."

quarta-feira, 27 de abril de 2011

PROSPERANDO A MANEIRA DE DEUS



A vigência do Propósito Original

O propósito principal do reino é o governo, mas não o governo simplesmente, mas sim o governo de Deus, o governo do Rei. Isto faz com que tudo seja visto do ponto de vista da obediência.

Agora, o governo de Deus não é o único, mas sim o principal propósito. Entre os propósitos que persegue o reino está, sem duvida, o propósito que originalmente Deus criou o Homem.

Em Gen. 1 podemos observar que no mesmo momento que Deus cria o Homem ele o faz com que a sua própria imagem se reflita na criação, isto é: a criatura levando a imagem do criador. Sobre isto foi dito muita coisa, sem duvida continuará sendo dita muita coisa a medida com que Deus siga revelando mais a respeito deste mistério.

Gen. 1: 26 – 31

Neste texto talvez a o significado mais importante seja a forma que termina o versículo 27, este representa a declaração de propósito de toda esta passagem, com o resultado de seu ato criador: varão e varoa os criou.

Não posso analisar toda esta declaração de propósito de outro ponto de vista que não seja este: Deus criou o homem completo no varão e a mulher. Embora em Deus não exista sexo ou gênero, sua imagem se reflete assim no homem. O homem está completo e o complemento perfeito é a varoa. Falar disto implica em frutificar, multiplicar e uma inigualável satisfação ao ver quão bom são os resultados: “E viu Deus tudo que havia feito e era bom”

Não há competição entre o homem e a mulher mas sim complemento. Não é bom que nenhum deles esteja só. O homem não pode sem a mulher e a mulher não pode sem o homem. Ambos estão completos quando estão juntos. Muito menos pode-se falar de igualdade entre eles porque são diferentes porém complementares.

O matrimonio e não o estado solteiro, a família e as gerações estão presentes no desenho original de Deus e tudo isto é fundamental no estabelecimento e funcionamento do reino, entretanto estas funções são sobre a terra. Quando da ressurreição os homens não se darão mais em casamento e não haverá mais nascimentos (Mt. 22:30; Mc. 12:25), porém este é o tempo de povoar a terra e o reino, o tempo da frutificação e da multiplicação.

A FRUTIFICAÇÃO é a capacidade de poder reproduzir-se, o fruto tem a capacidade de produzir um ser o mesmo gênero e espécie.

A MULTIPLICAÇÃO é o resultado de reproduzir-se em outros seres que também se reproduzem. A reprodução não é um ato, mas sim um processo onde todos se envolvem na reprodução.

Frutificação é reprodução, é dar a luz um ser da mesma natureza de seus pais. Frutificação é um evento, um não está nascendo durante toda a vida, nem durante um período de tempo, simplesmente nasce em um momento. Porém multiplicação é um processo. Onde a frutificação se sucede de pais a filhos, de filhos a netos, de netos a bisnetos, onde uma geração dá a luz a uma outra geração, e isto de forma ininterrupta da lugar a multiplicação. Se apenas Adão e Eva houvessem frutificado, a humanidade haveria sido apenas sua família, porém não apenas eles tiveram filhos, mas sim seus filhos lhes deram netos e assim sucessivamente, produzindo a multiplicação que povoou a terra.

O encher a terra é apenas uma parte de um propósito tríplice, onde as estratégias para levar a cabo são a frutificação e a multiplicação:

Sede fecundo e multiplique-se:

• Encha a terra
• E sub julga-a
• Exerça domínio sobre os peixes ...

Logo após o encher a terra veio sub-julgá-la. Esta expressão leva implícita certa cota de violência a ponto da violação. Nada é violentado ou viola se não há uma resistência de outra parte para entregar algo valioso. Disto se trata sub-julgar a terra, o ferir a terra ou violenta-la para extrair dela o seu tesouro ou benção. O ponto é que o homem tem violentado a terra com este fim, porém o tem feito de uma maneira que a tem ferido e a deteriorou-a a tal ponto que a colocou em perigo, extinguindo vidas definitivamente e deixando-a estéril. Isto podemos ver com muita clareza. A palavra de Deus expressa que “a criação geme a uma voz esperando a manifestação dos filhos de Deus” A criação se queixa e espera uma intervenção a seu favor; porém não espera uma intervenção sobrenatural de Deus, mas sim espera dos filhos de Deus, os cidadãos do reino, que venham a se manifestar e trabalhar a seu favor de acordo com o desenho original de Deus. Qual é este desenho? É simples ao criar todas as coisas vivas lhes deus uma forma natural de reproduzir-se onde a intervenção da terra é inevitável; a semente (literal para as plantas e figurativo para os animais)

Gen; 1: 29,30

Qual era a diferença entre as plantas que deu ao homem e a que deu aos animais? A aparente diferença não estava nas plantas, a diferença estava no homem. Um homem que diferente dos outros seres podia ver e diferenciar entre as plantas seus frutos e sementes. Os animais se alimentam da provisão que a natureza lhes dá, porém os homens podem semear para então colher. Eles podem prever a provisão que há de dar-lhes a terra e os levará a prosperidade. Os celeiros foram e serão amostras de prosperidade que apenas os homens podem aspirar, eles implicam na medida da prosperidade que as possessões materiais podem dar.

Semear implica em violência, ferir a terra para penetra-la com a semente. Esta semente romperá a terra para extrair dela e de uma forma natural concentra os melhores tesouros no fruto.

O semear e colher são o principio fundamental da provisão e prosperidade no reino em todas as ordens. A natureza corresponde única e exclusivamente sob este processo.

A semeadura e a colheita requerem: visão, ordem, previsão, trabalho, organização e planificação. Estes são princípios de economia, porém sobre tudo são princípios financeiros e requerem que as pessoas que hão de aplicá-los se preparem financeiramente para faze-lo.

Os princípios econômicos se referem a administração clara e eficiente dos recursos, a economia é uma ferramenta. Os princípios financeiros se valem desta ferramenta, porém apontam para uma visão, um projeto e um propósito e tem em conta dois fatores vitais: o tempo e os benefícios.

Quando Deus dá propósitos ao homem está pensando financeiramente e não só economicamente.

Primeiro a abundancia para alcançar até o último rincão, logo o sub-julgamento para extrair o melhor da terra e finalmente o senhorio. Senhorio é governo que não pode ser obtido se não pelo desenho divino. Governo não pode obter-se se não através da obediência ao plano de Deus.

Interessante que quando falamos de governo falamos de governar “sobre todo ser vivente que se move sobre a terra”.Quando a palavra diz “todo” entenda-se “todo” ser vivente fora o homem, A característica de quem tem a possibilidade de mover-se sobre a terra é que este tem a conquista e o exercício do domínio territorial. Por ele será a conquista que não será senão a recuperação do território perdido, é um dos propósito s vigentes no estabelecimento do reino.

terça-feira, 26 de abril de 2011

A DITADURA DA BELEZA


Tenho bem nítida na mente a imagem de jovens modelos que,
apesar de supervalorizadas, odiavam seu corpo e pensavam em desistir
da vida. Recordo-me de pessoas brilhantes e de grande qualidade
humana que não queriam freqüentar lugares públicos, pois se sentiam
excluídas e rejeitadas por causa da anatomia do seu corpo.
Recordo-me dos portadores de anorexia nervosa que tratei.
Embora magérrimos, reduzidos a pele e ossos, controlavam os
alimentos que ingeriam para não "engordar". Como não ficar
perplexo ao descobrir que há dezenas de milhões de pessoas nas
sociedades abastadas que, apesar de terem uma mesa farta, estão
morrendo de fome, pois bloquearam o apetite devido à intensa
rejeição por sua auto-imagem?
Essa ditadura assassina a auto-estima, asfixia o prazer de viver,
produz uma guerra com o espelho e gera uma auto-rejeição profunda.
Inúmeras jovens japonesas repudiam seus traços orientais. Muitas
mulheres chinesas desejam a silhueta das mulheres ocidentais. Por
sua vez, mulheres ocidentais querem ter a beleza incomum e o corpo
magríssimo das adolescentes das passarelas, que freqüentemente são
desnutridas e infelizes com a própria imagem. Mais de 98% das
mulheres não se vêem belas. Isso não é uma loucura? Vivemos uma
paranóia coletiva.
Os homens controlaram e feriram as mulheres em quase
todas as sociedades. Considerados o sexo forte, são na verdade seres
frágeis, pois só os frágeis controlam e agridem os outros. Agora, eles
produziram uma sociedade de consumo inumana, que usa o corpo
da mulher, e não sua inteligência, para divulgar seus produtos e
serviços, gerando um consumismo erótico. Esse sistema não tem por
objetivo produzir pessoas resolvidas, saudáveis e felizes; a ele
interessam as insatisfeitas consigo mesmas, pois quanto mais
ansiosas, mais consumistas se tornam.
Até crianças e adolescentes são vítimas dessa ditadura. Com
vergonha de sua imagem, angustiados, consomem cada vez mais produtos
em busca de fagulhas superficiais de prazer. A cada segundo
destrói-se a infância de uma criança no mundo e se assassina os
sonhos de um adolescente. Desejo que muitos deles possam ler
atentamente esta obra para poderem escapar da armadilha em que,
inconscientemente, correm o risco de ficar aprisionados.
extraido do livro A ditadura da beleza de augusto cury

sexta-feira, 22 de abril de 2011

UM NOVO AVIVAMENTO


O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO

Aconteceu em 1904. O País de Gales estava em chamas. A nação se afastara muito de Deus. As condições espirituais eram realmente ruins. A freqüência às igrejas atingira um nível baixíssimo. E o pecado se alastrava por todos os lados.
De súbito, como um furacão inesperado, o Espírito de Deus soprou vigorosamente a terra. As igrejas tornaram-se apinhadas de novo, de tal modo que multidões ficavam impossibilitadas de entrar. As reuniões perduravam das dez da manhã até à meia-noite. Três cultos completos eram realizados todos os dias. Evan Roberts foi o instrumento humano usado, mas havia pouquíssima pregação. Os cânticos, os testemunhos e a oração eram as características preeminentes. Não havia hinários; os hinos haviam sido aprendidos na infância. Tampouco havia corais, pois todos participavam dos cânticos. Nem havia coletas, avisos, anúncios, e nenhum tipo de propaganda.
Nunca antes acontecera algo semelhante no País de Gales, com resultados tão extensos e duradouros. Os incrédulos se convertiam, os beberrões, gatunos e jogadores profissionais eram salvos, e milhares voltavam a ser cidadãos respeitáveis. Confissões de pecados horrendos se faziam ouvir por toda parte, dívidas antigas eram saldadas. Os teatros foram obrigados a fechar as portas, por falta de espectadores. As mulas das minas de carvão se recusavam a trabalhar, tão desacostumadas estavam com o tratamento humano delicado. Em cinco semanas, vinte mil pessoas se uniram às igrejas.
No ano de 1835, Tito Coan desembarcou num certo ponto do cinturão de praias das ilhas do Havaí. Em sua primeira viagem evangelística, multidões se juntaram a fim de ouvi-lo. Apertavam-no de tal maneira que quase não lhe sobrava tempo para comer. Em certa ocasião pregou três vezes, antes de ter a oportunidade de tomar sua primeira refeição matinal. Ele sentia que Deus estava operando extraordinariamente.
Em 1837 irromperam as chamas até então adormecidas. Os auditórios de Coan passaram a ser quase que a população inteira. Estava ministrando para quinze mil pessoas. Sendo-lhe impossível atender a todos, as pessoas vinham ate ele, e estabeleceu-se ali uma igreja ao ar livre que durou dois anos. Não havia uma única hora, de dia ou de noite, em que não houvesse um culto a que não comparecessem de duas mil a seis mil pessoas, convocadas ao toque de um sino.
Havia tremor, choro, soluços e clamor em alta voz, pedindo misericórdia. Às vezes o barulho do povo era tal que nem se conseguia ouvir o pregador. Centenas de ouvintes caíam desfalecidos. Algumas pessoas clamavam: “A espada de dois gumes está me cortando em pedaços”. Um ímpio zombador, que viera divertir-se, caiu ao solo como um cão danado, e bradou: “Deus me feriu!”. Noutra oportunidade, estando Coan pregando ao ar livre, para duas mil pessoas, um homem clamou: “Que devo fazer para me salvar?” e orou a exemplo do publicano, enquanto a congregação inteira se pôs a implorar misericórdia. Durante meia hora o Sr. Coan não pôde continuar seu sermão, mas teve que ficar calado, observando a operação de Deus.
Contendas foram solucionadas, bêbados foram recuperados, adúlteros se arrependeram, e homicidas confessaram seus crimes e se converteram, tendo sido perdoados. Ladrões devolveram os bens que haviam furtado. Muitas pessoas abandonaram seus pecados de uma vida inteira.
extraido do livro Paixão por Almas

terça-feira, 19 de abril de 2011

O AVIVAMENTO DE CHARLES FINNEY


A EXPERIÊNCIA DE CHARLES FINNEY
Na noite do mesmo dia em que se converteu a Cristo, Finney relata como, depois de
passar um tempo derramando toda sua alma diante de Deus, voltou para seu escritório com
o intuito de sentar-se à beira do fogo. “Recebi um poderoso batismo do Espírito Santo... O
Espírito Santo desceu sobre mim de maneira que parecia perpassar-me, corpo e alma...
Parecia vir em ondas e mais ondas de amor líquido... Parecia o próprio sopro de Deus... Não
há palavras que exprimam o maravilhoso amor que foi derramado em meu coração. Chorei
alto, de alegria e amor; e não tenho certeza mas eu diria que saíam aos borbotões as
emoções inexprimíveis de meu coração... Não sei quanto tempo continuei nesse estado com
esse batismo continuando a envolver-me e perpassar-me.”
Mais ou menos nessa altura um dos presbíteros da igreja entrou no escritório e
Finney começou a relatar-lhe o que estava sentindo. Depois um jovem conhecido entrou e
“ouviu atônito o que eu dizia”, Finney continua. “Antes que eu desse conta, ele caiu no chão
e clamou na maior agonia de mente: ‘Por favor, ore por mim’”.
Na manhã seguinte quando Finney foi ao seu escritório de advocacia, o Juiz Wright
entrou e Finney dirigiu-lhe algumas palavras sobre a questão da salvação. “Olhou para mim
com espanto, mas não respondeu palavra alguma ...Baixou a cabeça e depois de alguns
instantes saiu do escritório... Eu descobri depois que as minhas palavras o atravessaram
como uma espada; e ele não conseguiu recuperar-se delas até que se convertesse.
“Logo saí do escritório para conversar com todos que encontrasse a respeito das suas
almas. Eu tinha a impressão que Deus queria que eu pregasse o evangelho e que deveria
começar imediatamente; esta impressão nunca saiu da minha mente. De alguma maneira eu
tinha certeza disto. Se você me perguntasse como sabia disto, eu não poderia explicar,
assim como não posso explicar como sabia que era o amor de Deus e o batismo no Espírito
que eu havia recebido. A verdade é que eu sabia com uma certeza que excluía toda
possibilidade de dúvida. E assim eu parecia saber que o Senhor me havia comissionado
para pregar o evangelho.
“Conversei com muitas pessoas naquele dia, e creio que o Espírito de Deus deixou
uma impressão permanente em cada uma delas. Não posso me lembrar de uma única
pessoa com quem conversei que não se convertesse logo depois.”
SUA ALMA ESTÁ ARDENDO COM O FOGO DE DEUS?
É somente através de esperarmos diante do trono da graça que podemos ser
revestidos do fogo santo; mas aquele que ali espera por longo tempo e com confiança há de
ser imbuído por este fogo e sairá da sua comunhão com Deus trazendo sinais que mostram
onde esteve.
Para o crente individual, e acima de tudo para cada trabalhador na vinha do Senhor, a
única maneira de receber poder espiritual é esperar no trono de Deus para receber o
batismo com fogo (Mt 3:11).
Se você, então, quiser que sua alma seja sobrecarregada com o fogo de Deus, de tal
forma que todos que se aproximam de você sintam uma influência misteriosa emanando da
A EXPERIÊNCIA DE CHARLES FINNEY
www.ruach.com.br 2
sua vida, você terá que chegar à fonte deste fogo, ao trono de Deus e do Cordeiro (Ap 4:5;
5:6), e isolar-se do mundo deste mundo frio que apaga tão rapidamente o nosso fogo.
Entre no seu quarto, feche a sua porta, e lá em isolamento diante do trono espere o
batismo; então o fogo o encherá e quando você sair, poder santo o acompanhará. Você já
não trabalhará na sua própria força, mas “em demonstração do Espírito e de poder” (1 Co
2:4).
William Arthur

quarta-feira, 23 de março de 2011

DENUNCIA NO JAPAO VEJA ACONTECE HOJE


DENUNCIA NO JAPAO VEJA ACONTECE HOJE COM PASTORES
VAMOS ORAR
RECEBI ESSE EMAIL DE UM AMIGO PASTOR DO JAPAO AGORA VEJA
SHALOM....

Amados...

Com o coração em aperto vos digo:
A MAIOR CRISE NÃO ESTÁ NA SITUAÇÃO DA RECONSTRAÇÃO DESSE PAIS... E SIM NOS PASTORES E LIDERES DAS IGREJAS!!!!! ELES ESTÃO VENDENDO AS IGREJAS COM MEMBROS!!!! ACHANDO QUE A IGREJA SÃO DELES!!! ESQUECERAM QUE QUEM COMPROU A IGREJA FOI NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!!!! ELE QUE PAGOU POR ELA!!!! ELES ESTÃO DESESPERADOS PARA FUGIR DESSA SITUAÇÃO, ESTÃO ABANDONANDO O REBANHO DE DEUS, AI PREGAM MENTIRAS QUE ENTREGARAM SUAS VIDAS PARA DEUS? PREGARAM QUE JESUS VAI SALVAR O JAPÃO? QUEM É QUE PREGA? AONDE ESTÁ O EXEMPLO DE FÉ QUE A PALAVRA RECOMENDA? TEM OVELHA QUE NÃO SABE OQUE FAZER POIS NÃO VÃO EMBORA!!!! COMO LHE DAR COM O SENTIMENTO DE ABANDONO E VENDIDOS PELOS pastores?
BEM SEI QUE OS OBREIROS DO VENTRE VAI IR MESMO OU MELHOR TEM QUE IR... MAS VENDER O REBANHO?
Muitos cristão estão abandonando tudo!!! Sim programas de televisão pagando as passagem dos dekasseguis por troca de ibope!!! Pessoas que estavam a 600km de Fukushima falando que Deus deu livramento? Do Que povo de Deus? Testemunhos falsos! A essa distancia não houve nada!!! Abandonaram tudo! Não pagaram as dividas mensais, não entregaram tudo como é dever do cidadão... Depois questionam porque as portas se fecham!!! Toda semeadura tem uma colheita... Claro que não digo as que estão perto do local de evacuação, na qual o Governo fez a retirada e indenizará todos os afetados. O governo já pronunciou isso e já está disponível para todos que comprovam a sua situação que foi prejudicado pelo terremoto, tsunami e a radiação.
ISSO É A MAIOR CRISE!!!

Rogo a oração pelas igrejas ou pelas almas que pertence ao Senhor.

Obrigado amigos, sei que vcs entendem essa situação....
VAMOS ESTAR ORANDO PELO JAPAO CREIO QUE E UM TEMPO MUITO ESPECIAL DE REINO E JUSTIÇA

PALAVRAS PROFETICAS – Semeando Milagres


PALAVRA CLIQUE AQUI Março 2011 – Semeando Milagres

quinta-feira, 17 de março de 2011

AS PROFECIAS DOS ÚLTIMOS TEMPOS




e ouvir, conte as nações". Então não é algo para guardar para mim
mesmo. Quer aceitem quer não, tenho que contar as nações.
OS CINCO ANJOS DOS CONTINENTES – Samuel Doctorian
PRIMEIRO ANJO
O primeiro anjo disse: "Eu tenho uma mensagem para toda
Ásia". Quando ele disse isso, em uma fração de segundos, pude ver
toda China, Índia, os países asiáticos como Vietnã, Laos - nunca
estive nesses países. Eu vi as Filipinas, Japão, Singapura, Malásia e
Indonésia. Então o anjo me mostrou toda a Papua Nova Guiné,
Irian Jaya e descendo até a Austrália e Nova Zelândia.
"Eu sou o anjo da Ásia", ele disse. Em sua mão vi uma
tremenda trombeta que ele vai soprar por toda Ásia. Tudo o que o
anjo disse vai acontecer com a trombeta do Senhor por toda a Ásia.
Milhões ouvirão a poderosa voz do Senhor. Então o anjo disse:
"Haverá desastres, fome - muitos morrerão de fome. Ventos fortes
soprarão como nunca antes. Uma grande parte será abalada e
destruída. Terremotos acontecerão por toda Ásia e o mar cobrirá a
terra."
Vi isso em 20/06/98. Hoje é 16/08/98. Há algumas semanas
ouvi a notícia de vilas completamente arrasadas e arrastadas para
dentro do mar em Paua Nova Guiné. Milhares de vidas em grande
caos. Isso aconteceu algumas semanas atrás, e o anjo me disse que
vai acontecer por toda Ásia. "A terra vai cair dentro do mar". Ouvi o
anjo dizer: "Parte da Austrália será sacudida. A Austrália será
dividida e grande parte ficará submersa no oceano". Isso foi
assustador - imaginei se estava ouvindo corretamente. Mas o Anjo
disse: "Milhões morrerão na China e na índia. Nação será contra
nação, irmão contra irmão. Asiáticos lutarão uns contra os outros.
Armas nucleares serão usadas, matando milhões". Duas vezes ouvi
a palavra "Catastrófico! Catastrófico" Então o anjo disse: "Crise
financeira chegará até a Ásia. Eu sacudirei o mundo".
Eu estava tremendo enquanto o anjo estava falando. Então ele
me olhou, sorriu e disse: "Haverá o maior avivamento espiritual -
cadeias serão quebradas. Barreiras serão removidas. E por toda
Ásia - China - Índia - pessoas se voltarão para Cristo. Na Austrália
haverá um tremendo avivamento". Ouvi o anjo da Ásia dizer. È a
última colheita". Então, como se fosse o Senhor falando, ele disse:
"Devo preparar Minha Igreja para o retorno de Cristo". Estava feliz
OS CINCO ANJOS DOS CONTINENTES – Samuel Doctorian

com estas boas novas da mensagem de juízo. Todo o tempo em que
os cinco anjos estiveram no meu quarto pude sentir suas presenças -
foi tremendo.
OS CINCO ANJOS DOS CONTINENTES – Samuel Doctorian

SEGUNDO ANJO
Então eu ouvi que o segundo anjo tinha nas mãos, do tipo que é
usado na ceifa. O segundo anjo disse: "É chegado o tempo da ceifa
em Israel e em todos os países por todo o caminho até o Irã". Vi
estes países em uma fração de segundos. "Toda a Turquia e aqueles
(inaudíveis) países que recusaram a minha mensagem de amor
deverão odiar um ao outro e matar um ao outro". Vi o anjo erguer a
foice e desce-la por sobre todos os países do Oriente Médio.
Vi o Irã, Pérsia, Armênia, Azerbaijão, toda Geórgia - Iraque,
Síria, Líbano, Jordânia, Israel, toda a Ásia Menor - cheios de sangue.
Vi sangue em todos esses países. Vi fogo; armas nucleares usadas
em muitos desses países. Fumaça subindo de todo lugar. Destruição
súbita - homens destruindo uns aos outros.
Ouvi essas palavras. "Israel, Oh! Israel, o grande julgamento
chegou". O anjo disse. "Os escolhidos, a Igreja, Os remanescentes,
deverão ser purificados. O Espírito de Deus deverá preparar Seus
filhos". Vi fogo subindo aos céus. O anjo disse: "Esse é o julgamento
final. Minha Igreja deve estar purificada, protegida e pronta para o
final. Homens morrerão de sede.
Água se tornará algo escasso por todo Oriente Médio. Os rios
secarão e homens lutarão por água nesses países". O anjo me
mostrou que as nações Unidas deverá ser quebrada em pedaços por
causa da crise no Oriente Médio. Não haverá mais Nações Unidas.
O Anjo com a foice deverá fazer a colheita.
OS CINCO ANJOS DOS CONTINENTES – Samuel Doctorian

TERCEIRO ANJO
Então um dos três anjos com asas me mostrou a Europa de uma
ponta a outra - do norte descendo até a Espanha e Portugal. Em
suas mãos ele tinha uma escala de medida. Eu o vi voar sobre a
Europa e ouvi as palavras: "Estou angustiado. Estou angustiado.
Injustiça, Impureza, Impiedade - por toda Europa. O Pecado se
elevou aos Céus. O Espírito Santo está angustiado". Vi os rios da
Europa transbordando e cobrindo milhões de casa. Milhões de
afogamentos. Depois de ter visto isso algumas semanas atrás, li que
a Tcheco-Eslováquia teve a pior enchente de todos os tempos.
Também ouvi que o grande rio da China está ameaçando
transbordar inundando e destruindo milhares de casas. Não sabia
dessas notícias até Ter tido aquela visão e ouvido as palavras que os
anjos tinham para mim.
De repente ouvi de terremotos por toda Europa. "Países que
nunca tiveram terremotos serão abalados", disse o anjo. E de
repente, em meu espírito, vi a Torre Eifel em Paris se dobrando e
caindo. Uma grande parte da Alemanha destruída A grande cidade
de Londres - destruição por toda parte. Vi enchentes por toda
Escandinávia. Olhei para o sul e vi a Espanha e Portugal passando
fome e grande destruição.
Muitos morrerão de fome por toda a Espanha e Portugal.
Estava perturbado com todas essas notícias e disse: "Senhor, e
quanto a teus filhos?" O anjo disse: "Eu devo prepara-los. Eles
devem aguardar a volta do Senhor. Muitos clamarão por mim
nestes dias e vou salva-los. Farei milagres poderosos por eles e
mostrarei o Meu poder". Então, em meio a grande destruição,
haverá a graça de Deus nestes países. Fiquei feliz que Deus tem Sua
proteção sobre Seus filhos.
OS CINCO ANJOS DOS CONTINENTES – Samuel Doctorian

QUARTO ANJO
Agora vamos para a África. Vi o quarto anjo com asas voar
sobre a África e pude ver desde a cidade do Cabo no Sul até o norte
do Cairo - vi todos os países lá, mais de 50 deles. O anjo da África
tinha uma espada na sua mão - uma tremenda, afiada espada. De
repente eu o ouvi dizer: "Sangue inocente foi derramado. Divisões
no meio do povo, gerações longe do Senhor - eles se mataram uns
aos outros, milhares de pessoas. Vi meus fieis filhos na África e
Controlarei o clima - tormento e queimaduras do sol em algumas
partes. Grandes rios secarão e milhões morrerão de fome. Em
outras partes, inundação. Fundações serão abaladas. Minha espada
julgará a injustiça e a sede de sangue. Então muitos terremotos
acontecerão de tal modo que rios fluirão em diferentes direções no
continente, inundando muitos vilarejos". Vi grandes pedaços
caindo do céu sobre diferentes partes da África. "Haverá tremor de
terra como nunca visto desde a criação. Ninguém escapará da
espada do Senhor". Vi o Rio Nilo secar. Ele é o Deus do Egito.
Peixes mortos e cheirando mal por todo o Egito. Uma grande parte
da África Central será coberta com Água - milhões morrendo.
"Senhor", disse, "São só más notícias. Só destruição, nenhuma boa
notícia? "O Senhor disse: "O Dia Final chegou. O Dia do Juízo está
aqui. Meu amor foi recusado agora e o fim chegou". Estava
sacudindo e tremendo. Pensei que não pudesse suportar isso.
OS CINCO ANJOS DOS CONTINENTES – Samuel Doctorian

QUINTO ANJO
Então vi o último anjo voar sobre a América do Norte e do Sul -
todo mundo desde o Polo Norte até embaixo na Argentina. Do este
dos EUA até a Califórnia vi em sua mão uma tigela. O anjo que
derramaria sobre estes países os juízos que estavam na tigela. Então
vi o anjo dizer: "Não há mais justiça! Nenhum direito! Nenhuma
santidade! Idolatria! Materialismo! Alcoolismo! Servidão ao pecado!
Derramamento de sangue inocente - milhões de bebes sendo
mortos antes de nascerem. Famílias estão quebradas. Uma geração
adúltera! Sodoma e Gomorra estão aqui! Os dias de Noé estão aqui!
Falsos pregadores! Falsos profetas! Recusando meu amor! Muitos
deles tem imitação de religião, mas negam o Poder real.
Quando ouvi tudo isso, implorei ao anjo: "Você não pode
esperar um pouco mais? Não derrame isso. Dê uma chance para
arrependimento". O anjo disse: "muitas vezes Deus tem poupado e
falado, mas eles não ouviram. Sua paciência chegou ao fim.
Prepare-se, o tempo chegou. Eles amaram o dinheiro e prazer mais
que a mim". Quando o anjo começou a derramar a tigela da sua
mão, vi icebergs tremendos dissolverem. Quando isso ocorreu, vi
inundações por todo o Canadá e América do Norte - todos os rios
transbordando; destruição por toda parte. Ouvi o mercado em
colapso com grandes terremotos e os arranha-céus de Nova Iorque
caindo - milhões morrendo.
Vi navios no oceano sucumbindo. Ouvi explosões por todo o
norte do país. Vi o anjo derramando sobre o México e os 2 oceanos
se ajuntando: O Atlântico e o Pacífico. Uma grande parte do norte
do Brasil coberto de água; o rio Amazonas tornando-se um grande
mar. Florestas destruídas e afundadas. As maiores cidades do Brasil
destruídas; terremotos em muitos lugares. Quando o anjo
derramou, grande destruição ocorreu no Chile e Argentina como
nunca antes. O mundo todo estava sacudindo. Então ouvi o anjo
dizer: "Isto vai acontecer dentro de pouco tempo" Eu disse: "Você
não pode adiar? Não derrame essas coisas por todo o globo". E de
repente vi os cinco anjos de pé em volta do globo levantando suas
mãos e suas asas para o céu e dizendo: "Toda glória ao Senhor do
céu e da terra. Agora o tempo chegou e Ele glorificará Seu Filho. A
OS CINCO ANJOS DOS CONTINENTES – Samuel Doctorian

terra será queimada e destruída. Todas as coisas passarão. O novo
céu e nova terra virão. Deus destruirá o trabalho do diabo para
sempre. Mostrarei meu poder - como protegerei meus filhos em
meio a toda essa destruição."
Esteja pronto para este dia, pois o Senhor chegou.
Meu quarto estava cheio da luz do brilho dos anjos. Então, de
repente eles ascenderam ao céu. Quando olhava para cima vi os
anjos indo nas cinco direções. Sei que eles já começaram suas
tarefas. Por mais de uma hora não pude me mover. Estava
completamente desperto, tremendo de tempos em tempos. Disse:
"Senhor, devo sair de Patmos agora?" Ele disse: "Não, Eu te trouxe
aqui com um propósito". Disse: "A mensagem dos anjos por todo o
mundo não são boas novas. É julgamento, punição, destruição,
devastação. O que as pessoas vão dizer de mim? Sempre preguei
sobre o amor, paz e boas novas" O anjo disse: "Essa é nossa
mensagem. Você é o instrumento, o canal. Que privilégio Deus Ter
escolhido você para dar esta mensagem às nações". Disse: "Senhor,
seja feita a Tua vontade". A Deus Seja a glória!.
Referências Bíblicas:
I Tessalonicenses 4:13-18, Não queremos, porém, irmãos, que
sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos
entristeçais como os outros que não têm esperança. Porque, se
cremos que Jesus morreu e ressurgiu, assim também aos que
dormem, Deus, mediante Jesus, os tornará a trazer juntamente com
ele. Dizemo-vos, pois, isto pela palavra do Senhor: que nós, os que
ficarmos vivos para a vinda do Senhor, de modo algum
precederemos os que já dormem. Porque o Senhor mesmo descerá
do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de
Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois
nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com
eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos
para sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros
com estas palavras.
SEGUNDO Samuel Doctorian

terça-feira, 15 de março de 2011

O PODER DA INTERCESSÃO


A INTERCESSÃO DE MOISÉS
Nosso segundo exemplo de intercessor é Moisés. Em Êxodo 32 vemo-lo subindo o
Monte Sinai para receber a aliança de Deus. Depois de estar ausente muitos dias, o povo
tornou-se impaciente e insistiu com Arão para fazer deuses que eles pudessem adorar.
Então Arão tomou as argolas de ouro e fez um bezerro fundido, em torno do qual Israel
começou a dançar e adorar.
Enquanto isto acontecia no arraial, Deus falou com Moisés no monte e disse: “Vai,
desce; porque o teu povo, que fizeste sair do Egito, se corrompeu, e depressa se desviou do
caminho que lhes havia eu ordenado; fizeram para si um bezerro fundido, e o adoram...” (vv.
7,8).
Neste momento tenso quando o destino de Israel estava na balança, encontramos um
elemento de humor na conversa que se seguiu entre Deus e Moisés. Referindo-se a Israel,
Deus fala com Moisés que eles são “teu povo”. Mas Moisés, não querendo aceitar esta
responsabilidade, devolve-a a Deus dizendo: “teu povo”. Nem Deus nem Moisés queria ser
considerado responsável por Israel naquele momento! Enquanto isso, Israel continuava a
dançar ao redor do bezerro, totalmente inconsciente que seu destino estava sendo selado
por este diálogo entre Deus e Moisés.
Deus declarou a Moisés: “Agora, pois, deixa-me; para que se acenda contra eles o
meu furor, e eu os consuma...” (v.10). Note que Deus não faria coisa alguma se Moisés não
lhe permitisse. Mas Moisés se recusou a sair de diante de Deus. Como intercessor, ele
continuou se interpondo entre Deus e o povo.
Finalmente, Deus disse que usaria Moisés para redimir sua promessa a Abraão,
Isaque e Jacó, começando tudo de novo com Moisés e formando dele uma grande nação.
Apesar desse povo ter sido um fardo muito pesado para ele desde que saiu do Egito, Moisés
intercedeu por eles: “Porém Moisés suplicou ao Senhor seu Deus e disse: Por que se
INTERCESSÃO
Por Derek Prince
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acende, Senhor, a tua ira contra o teu povo, que tiraste da terra do Egito... (“Não é meu
povo”, Moisés está dizendo, “é teu.”) Por que hão de dizer os egípcios: Com maus intentos
os tirou, para matá-los nos montes, e para consumi-los da face da terra? Torna-te do furor
da tua ira e arrepende-te deste mal contra o teu povo” (vv. 11,12).
A preocupação de Moisés era a reputação de Deus. Ele disse: “Deus, se depois de
tirar este povo para fora, eles vierem a perecer nos montes, os egípcios vão dizer que tiveste
más intenções quando os tiraste do Egito”.
Vemos a mesma preocupação com a reputação de Deus em Números 14.13-16. O
povo provocou ao Senhor quando se recusou a crer no relatório positivo dos dois espias
enviados para a terra prometida, escolhendo antes crer no relatório negativo dos outros dez.
Deus ficou tão irado com sua incredulidade que outra vez procurou destruí-los e fazer de
Moisés uma grande nação. Mas aqui Moisés lembra o Senhor que as nações que tinham
ouvido a fama do Senhor iriam pensar que ele não era capaz de introduzir o povo na terra e
por isto o matou no deserto. A preocupação de Moisés em ambos os casos não era sobre
sua reputação pessoal; sua única preocupação era a glória e reputação de Deus na terra.
No final de Êxodo 32, encontramos a consumação da intercessão de Moisés. Depois
de voltar ao arraial e colocar as coisas em ordem, ele se dirige ao povo: “Vós cometestes
grande pecado; agora, porém, subirei ao Senhor e, porventura, farei propiciação pelo vosso
pecado. Tornou Moisés ao Senhor, e disse: Ora o povo cometeu grande pecado, fazendo
para si deuses de ouro. Agora, pois perdoa-lhe o pecado; ou, se não, risca-me, peço-te, do
livro que escreveste” (vv. 30-32).
Isto é intercessão: “Deus, eles merecem teu golpe; perdoa-lhes. Mas se não, Senhor,
então que o juízo deles venha sobre mim.” O intercessor é a pessoa que se coloca entre
Deus e o alvo da sua ira justa. O Salmo 106 nos fornece um comentário divino a respeito
deste acontecimento:
“Em Horebe fizeram um bezerro, e adoraram o ídolo fundido. E assim trocaram a
glória de Deus pelo simulacro de um novilho que come erva. Esqueceram-se de Deus, seu
Salvador, que, no Egito, fizera coisas portentosas, maravilhas na terra de Cão, tremendos
feitos no Mar Vermelho. Tê-los-ia exterminado, como dissera o Senhor, se Moisés, seu
escolhido, não se houvesse interposto; impedindo que sua cólera os destruísse” (vv. 19-23).
Moisés ficou na brecha causada pelo pecado do povo de Deus e disse: “Senhor, estou
tapando a brecha. Teu golpe não pode cair sobre eles sem cair sobre mim primeiro”.
Números 16 registra outro exemplo de intercessão. Aqui Moisés e Arão juntos são os
intercessores. Deus havia tratado soberanamente com a rebelião de Coré, Datã e Abirão,
fazendo a terra se abrir e tragá-los vivos. Mas no dia seguinte “toda a congregação dos
filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão, dizendo: Vós matastes o povo do
Senhor. Ajuntando o povo contra Moisés e Arão, e virando-se para a tenda da congregação,
eis que a nuvem a cobriu, e a Glória do Senhor apareceu. Vieram, pois, Moisés e Arão
perante a tenda da congregação. Então falou o Senhor a Moisés, dizendo: Levantai-vos do
meio desta congregação, e a consumirei num momento: então se prostraram sobre os seus
rostos” (vv. 41-45).
Esta é a posição do intercessor – prostrado sobre o seu rosto diante de Deus,
sabendo que juízo está prestes a cair.
Derek Prince

VAMOS ORAR PELO JAPAO


Paulo nos declara que a primeira prioridade de uma assembléia cristã é a oração. Ele
menciona diversas formas de oração, uma das quais é a intercessão. Interceder significa
literalmente “interpor-se, colocar-se entre”. O intercessor é aquele que se coloca entre Deus
e os que merecem sua justa ira e castigo. O intercessor levanta suas mãos a Deus e diz:
“Deus, estas pessoas merecem teu juízo; tu tens todo direito de feri-las; mas se as ferires,
terás de ferir a mim primeiro, pois coloquei-me entre ti e eles”.
No Velho Testamento encontramos diversos relatos de cidades e nações que foram
poupadas do juízo divino através do ministério de um intercessor. Estudaremos alguns
desses exemplos, mas primeiro consideremos o ministério de intercessão na vida do nosso
Senhor Jesus Cristo.
Derek Prince

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

PÃO SAGRADO NA MESA DE DEUS


João 6.26
Jesus respondeu-lhes, e disse: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes.
Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou.
Disseram-lhe, pois: Que faremos para executarmos as obras de Deus?
Jesus respondeu, e disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou.
Disseram-lhe, pois: Que sinal, pois, fazes tu, para que o vejamos, e creiamos em ti? Que operas tu?
Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Deu-lhes a comer o pão do céu.
Disse-lhes, pois, Jesus: Na verdade, na verdade vos digo: Moisés não vos deu o pão do céu; mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu.
Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo.
Disseram-lhe, pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão.
E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede
PRECISAMOS DE UM PÃO SAGRADO
NAO PODEMOS MAIS VIVER COMENDO PÃO NATURAL OU DA TERRA PRECISAMOS DE UM NOVO PALADAR
ESPIRITUAL PARA COMER O PÃO DO CEU JESUS POR COMPLETO
A)MATEUS 4.4 JESUS NOS MOSTRA UM PRINCIPIO DE PALADAR ESPIRITUAL
Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.
JESUS DISSE.-João 6.49 pais comeram o maná no deserto, e morreram.
B)Êxodo 16.35
E comeram os filhos de Israel maná quarenta anos, até que entraram em terra habitada; comeram maná até que chegaram aos termos da terra de Canaã.
POR QUARENTA UMA COMIDA NATURAL
CREIO QUE PRECISAMOS DEIXAR O PALADAR DO DESERTO E PROCURA A COMIDA DO TABERNACULO
COMO FEZ DAVI
C)1 Samuel 21.6
Então o sacerdote lhe deu o pão sagrado, porquanto não havia ali outro pão senão os pães da proposição, que se tiraram de diante do SENHOR, para se pôr ali pão quente no dia em que aquele se tirasse
PRECISAMOS COMER O PÃO SANTO SAGRADO
COMIDA DE SACERDOTE E ADORADOR
PAO VIVO JESUS
TIRADO DA MESA DE DEUS PARA OS HOMENS
wilson santos

sábado, 5 de fevereiro de 2011

OSPENTECOSTAIS E O PENTECOSTE


OSPENTECOSTAIS E O PENTECOSTE
O pentecostismo deriva seu nome de sua ênfase
sobre a sua compreensão quanto ao que sucedeu à Igreja
no dia de Pentecoste. O registro da atividade do Espírito
Santo na vida da Igreja primitiva é básico para o moderno
movimento carismático. Há um decisivo desejo de
recapturar o poder espiritual e a vitalidade acenada no
livro de Atos:
Ao cumprir-se o dia de Pentecoste, estavam todos reunidos
no mesmo lugar; de repente veio do céu um som,
como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde
estavam assentados. E apareceram, distribuídas entre eles,
línguas como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles.
Todos ficaram cheios do Espírito Santo, e passaram
a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia
que falassem (Atos 2.1-4).
Mais adiante, nesse mesmo registro bíblico, Pedro
falou aos observadores desse fenômeno, a fim de oferecer
esta interpretação do acontecido:
Estes homens não estão embriagados, como vindes pensando,
sendo esta a terceira hora do dia. Mas o que ocorre
é o que foi dito por intermédio do profeta Joel: E acontecerá
nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do
meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas
filhas profetizarão, vossos jovens terão visões e sonharão
vossos velhos (Atos 2.15-17).
E já perto do fim de seu sermão, Pedro teceu a
seguinte observação:
A este Jesus Deus ressuscitou, do que todos nós somos
testemunhas. Exaltado, pois, à destra de Deus, tendo recebido
do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou
isto que vedes e ouvis (Atos 2.32,33).
E Pedro concluiu como segue:
Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome
de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e
recebereis o dom do Espírito Santo (Atos 2.38).
Há outras narrativas do derramamento do Espírito
Santo no livro de Atos. O oitavo capítulo desse livro registra
a experiência dos convertidos Samaritanos:
Ouvindo isto os apóstolos, que estavam em Jerusalém,
que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram-lhe
Pedro e João; os quais, descendo para lá, oraram por
eles para que recebessem o Espírito Santo; porquanto não
havia ainda descido sobre nenhum deles, mas somente
haviam sido batizados em o nome do Senhor Jesus. Então
lhes impunham as mãos, e recebiam estes o Espírito Santo
(Atos 8.14-17).
No caso da dramática conversão de Saulo de Tarso,
na estrada para Damasco, houve uma demora de três dias
entre a sua conversão e seu enchimento com o Espírito
Santo (Ver Atos 9.1-18).
Outro derramamento do Espírito Santo ocorreu na
casa do centurião Cornélio:
Ainda Pedro falava estas coisas quando caiu o Espírito
Santo sobre todos os que ouviam a palavra. E os fiéis que
eram da circuncisão, que vieram com Pedro, admiraramse,
porque também sobre os gentios foi derramado o dom
do Espírito Santo; pois os ouviam falando em línguas e
engrandecendo a Deus (Atos 10.44-46).
O registro final de um derramamento similar do
Espírito Santo encontra-se em Atos 19.1-6:
Aconteceu que, estando Apoio em Corinto, Paulo, tendo
passado pelas regiões mais altas, chegou a Éfeso e, achando
ali alguns discípulos, perguntou-lhes: Recebestes,
porventura, o Espírito Santo quando crestes ? Ao que lhe
responderam: Pelo contrário, nem mesmo ouvimos que
existe o Espírito Santo. Então Paulo perguntou: Em que,
pois, fostes batizados? Responderam: No batismo de João.
Disse-lhes Paulo: João realizou batismo de arrependimento,
dizendo ao povo que cressem naquele que vinha depois
dele, a saber, em Jesus. Eles, tendo ouvido isto,
foram batizados em o nome do Senhor Jesus. E, impondolhes
Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e
tanto falavam em línguas como profetizavam.
Esses registros textuais do derramamento do Espírito
Santo, no livro de Atos, formam o alicerce da doutrina
neopentecostal do batismo do Espírito Santo. Há um
padrão que emerge da narrativa histórica que indica os
três pontos abaixo:
1. As pessoas eram crentes e, assim sendo, tinham
nascido do Espírito Santo antes de seu batismo com o
Espírito Santo. Isso indica que havia uma distinção entre
a obra de regeneração do Espírito e a obra do Espírito no
batismo com o Espírito Santo.
2. Há um hiato de tempo entre a fé (regeneração)
e o batismo com o Espírito Santo. Isso indica claramente
que enquanto alguns crentes têm o Espírito, no grau da
regeneração, ainda lhes falta o batismo com o Espírito
Santo, que é um ato divino subseqüente.
3. A evidência externa do batismo no Espírito Santo
é o falar em línguas
EXTRAIDO DO LIVRO DE RC SPROUL

O MUNDO Necessita – de homens e mulheres como Gideão:


Necessitam – se homens e mulheres como Gideão:

1 Descontente em seu espírito com o sistema reinante
2 Desesperado por reverter a situação imperante
3 Sendo criativo e esperando que Deus o observe e lhe permita fazer algo pela nação. Verdadeiros reformadores desse tempo.
Me anima saber que o primeiro desesperado por encontrar pessoas assim é o próprio Deus, que o primeiro desconfortável com o que acontece na terra, na nação, é o próprio Deus, apenas falta o Homem.

Existirá algum Hoje?
Encontrará Deus seu Gideão?

A primeira aplicação é pessoal a segunda tem a ver com toda a igreja. Um homem pode influenciar toda uma cidade, uma região, uma nação. O Homem corporativamente chamado é a Igreja, chamada também de “o varão perfeito” que crescerá a medida da estatura de Cristo (Ef. 4: 11-16). Gideão representava a figura do apóstolo: quando se trata de atingir uma nação não podemos pensar em um líder comum, estamos pensando em um ofício. O diabo não respeita títulos, cargos e muito menos título alcançado através de política evangélica, por acordo, por egoísmo. Homens sensíveis, esforçados, separados e comissionados por Deus; Homens que sofrem a dor de uma nação afetada pelo sistema, manejado pelo inimigo; que oram crendo na possibilidade de produzir uma verdadeira reforma no sistema, o chamado de Gideão era um verdadeiro chamado apostólico.

Um apóstolo é um homem que é levado de uma posição de liderança local para uma liderança de maior alcance.
Analisemos o processo da transição de Gideão em Juizes ¨:

V13 Gideão vivia da história ... sabia muito do poder de Deus (em sua mente)

Como não tinha vivência (apenas conhecimento) tinha conceitos equivocados... Deus nos desamparou e nos entregou nas mãos dos medianitas

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

MOSTRA-ME TUA GLÓRIA


Êxodo 33.12.19

Moisés disse ao SENHOR: Eis que tu me dizes: Faze subir a este povo, porém não me fazes saber a quem hás de enviar comigo; e tu disseste: Conheço-te por teu nome, também achaste graça aos meus olhos.
Agora, pois, se tenho achado graça aos teus olhos, rogo-te que me faças saber o teu caminho, e conhecer-te-ei, para que ache graça aos teus olhos; e considera que esta nação é o teu povo.
Disse pois: Irá a minha presença contigo para te fazer descansar.
Então lhe disse: Se tu mesmo não fores conosco, não nos faças subir daqui.
Como, pois, se saberá agora que tenho achado graça aos teus olhos, eu e o teu povo? Acaso não é por andares tu conosco, de modo a sermos separados, eu e o teu povo, de todos os povos que há sobre a face da terra?
Então disse o SENHOR a Moisés: Farei também isto, que tens dito; porquanto achaste graça aos meus olhos, e te conheço por nome.
Então ele disse: Rogo-te que me mostres a tua glória.
Porém ele disse: Eu farei passar toda a minha bondade por diante de ti, e proclamarei o nome do SENHOR diante de ti; e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia, e me compadecerei de quem eu me compadecer.
A espera de um avivamento geral não é desculpa para não desfrutar o avivamento pessoal.
(Stephen Olford)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Por Que Tarda O Avivamento?


Por Que Tarda O Avivamento?
Harnack definiu o cristianismo como “algo muito simples e muito sublime: viver no tempo e na eternidade sob o olhar de Deus, e com a ajuda dele”.
Ah, se os crentes pudessem estar cônscios da eternidade! Ah, se pudéssemos viver cada momento sob o olhar de Deus, se pudéssemos viver tendo sempre em mente o juízo final, e vender tudo que vendemos tendo em mente o juízo final, e fazer todas as nossas orações, dar o dízimo de tudo que possuímos, tendo em mente o juízo final; e se nós pregadores preparássemos nossas mensagens com um olho voltado para a humanidade perdida e outro para o trono do juízo final, então experimentaríamos um avivamento operado pelo Espírito Santo que abalaria esta terra, e que em pouco tempo salvaria milhões e milhões de vidas preciosas.
A baixa moralidade prevalente hoje em dia, bem como as tentativas das diversas seitas e cultos de dominar o mundo, deveriam deixar-nos alarmados. Alguém já disse, e com muita razão, que existem apenas três tipos de pessoas no mundo hoje: os que têm medo, os que não conhecem a realidade o suficiente para chegar a ter medo, e os que conhecem a Bíblia. Sodoma — onde não havia Bíblia, nem pastores, nem folhetos, nem reuniões de oração, nem igrejas — pereceu. Como será que os Estados Unidos e a Inglaterra vão escapar da ira de Deus? Aqui temos milhões de bíblias, centenas de milhares de igrejas, um sem número de pregadores — e quanto pecado!
Os homens constroem nossos templos, mas não entram neles; imprimem bíblias, mas não as lêem; falam de Deus, mas não crêem nele; conversam a respeito de Cristo, mas não confiam nele para sua salvação; cantam nossos hinos, mas depois os esquecem. Onde é que vamos parar com tudo isso?
Em quase todos os seminários de estudos bíblicos hoje a igreja atual é descrita nos termos da carta aos efésios. Afirma-se que, apesar de toda a nossa carnalidade e pecado, estamos sentados com Cristo nos lugares celestiais. Que mentira! Somos efésios, sim, mas da Igreja de Éfeso do Apocalipse, aquela que abandonou o seu "primeiro amor". Fazemos concessões ao pecado em vez de fazermos oposição a ele. E nossa sociedade licenciosa, libertina, leviana nunca se curvará diante dessa igreja fria, carnal, crítica. Paremos de ficar procurando desculpas para nosso fracasso. A culpa pelo declínio da moralidade não é do cinema e da televisão. A culpa pela atual corrupção e depravação internacional é toda da igreja. Ela não é mais um espinho nas ilhargas do mundo. E não foi nos momentos de popularidade que a verdadeira igreja triunfou, mas, sim, nas horas de adversidade. Como podemos ser tão ingênuos a ponto de pensar que a igreja está apresentando aos homens o padrão estabelecido por Jesus no Novo Testamento, com esse baixo padrão de espiritualidade que ela ostenta.
Por que tarda o avivamento? A resposta é muito simples. Tarda porque os pregadores e evangelistas estão mais preocupados com dinheiro, fama e aceitação pessoal, do que em levar os perdidos ao arrependimento.
Tarda porque nossos cultos evangelísticos parecem mais shows teatrais do que pregação do evangelho.
O avivamento tarda porque os evangelistas de hoje têm receio de falar contra as falsas religiões.
Elias zombou dos profetas de Baal, e debochou da sua incapacidade de fazer chover. Seria melhor que saíssemos à noite (como fez Gideão), e derrubássemos os postes-ídolos dos falsos deuses, do que deixar de realizar a vontade de Deus. As seitas anticristãs e as religiões ímpias desta nossa hora final constituem um insulto contra Deus. Será que ninguém fará soar o alarme?
Por que não protestamos? Se tivéssemos metade da importância que julgamos ter e um décimo do poder que pensamos possuir, estaríamos recebendo um batismo de sangue, tanto quanto recebemos de água e fogo.
As portas das igrejas da Inglaterra se fecharam para João Wesley. E um de seus críticos disse que “ele e seus tolos pregadores leigos — esses grupos de funileiros, garis, carroceiros e limpadores de chaminés — estão saindo por aí a envenenar a mente das pessoas”. Que linguagem abusiva! Mas Wesley não tinha medo nem de homens nem de demônios. E se Whitefield era ridicularizado nas peças de teatro da Inglaterra da maneira mais vergonhosa possível, e se os cristãos do Novo Testamento foram apedrejados e sofreram todo tipo de ignomínia, por que será que nós, hoje em dia, não provocamos mais a ira do inferno, já que o pecado e os pecadores continuam sempre os mesmos? Por que será que somos tão gelados e enfadonhos? É bem verdade que pode haver muito tumulto sem avivamento. Mas, à luz do ensino bíblico e da história da igreja, não podemos ter avivamento sem tumulto.
O avivamento tarda porque não temos mais intensidade e fervor na oração. Há algum tempo, um famoso pregador, ao iniciar uma série de conferências, fez a seguinte declaração: “Vim para esta série de conferências com grande desejo de orar. Agora peço àqueles que gostariam de carregar junto comigo esse peso que ergam uma das mãos, e que ninguém seja hipócrita”.
Um bom número de pessoas levantou a mão. Mas, lá pelo meio da semana, quando alguns resolveram promover uma vigília, o grande pregador foi dormir. Que hipocrisia! Já não existe mais integridade. Tudo é superficial. O fator que mais retarda a vinda de um avivamento do Espírito Santo é essa ausência de angústia de alma. Em vez de buscarmos a propagação do reino de Deus, estamos fazendo mais propaganda. Que loucura! Quando Tiago (5.17) diz que Elias “orou”, estava acrescentando um valioso adendo à biografia dele registrada no Velho Testamento. Sem essa observação, ao lermos ali: “Elias profetizou”, concluiríamos que a oração não fez parte da vida dele.
Em nossas orações ainda não resistimos até o sangue; não mesmo. Como diz Lutero, “nem ao menos fizemos suar nossa alma”. Oramos com uma atitude tipo “o que vier está bom”. Deixamos tudo ao acaso. Nossas orações não nos custam nada. Nem mesmo demonstramos forte desejo de orar. Fica tudo na dependência de nossa disposição, e por isso oramos de forma intermitente e espasmódica.
A única força diante da qual Deus se rende é a oração. Escrevemos muito sobre o poder da oração, mas ao orar não temos aquele espírito de luta. Nós fazemos tudo: exibimos nossos dons espirituais ou naturais; expomos nossas opiniões, políticas ou religiosas; pregamos sermões ou escrevemos livros para corrigir desvios doutrinários. Mas quem quer orar e atacar as fortalezas do inferno? Quem irá resistir ao diabo? Quem quer privar-se de alimento, descanso e lazer, para que os infernos o vejam lutando, envergonhando os demônios, libertando os cativos, esvaziando o inferno, e sofrendo as dores de parto para deixar atrás de si uma fileira de pessoas lavadas pelo sangue de Cristo?
Em último lugar, o avivamento tarda porque roubamos a glória que pertence a Deus. Reflitamos um pouco sobre essas palavras de Jesus: “Eu não aceito glória que vem dos homens”. “Como podeis crer, vós os que aceitais glória uns dos outros, e contudo não procurais a glória que vem do Deus único?” (Jo 5.41,44.) Chega de toda essa autopromoção nos púlpitos. Chega de tanto exaltar “meu programa de rádio”, “minha igreja”, “meus livros”. Ah, que repulsiva demonstração carnal vemos nos púlpitos: “Hoje, temos o grande privilégio...” E os pregadores aceitam isso; não, eles já o esperam. (E se esquecem de que só estão ali pela graça de Deus.) E a vaidade é que, quando ouvimos tais homens pregar, notamos que nunca ficaríamos sabendo que eram tão importantes, se não tivessem sido apresentados como tal.
Coitado de Deus! Ele não está recebendo muita glória! Então, por que ele ainda não cumpriu sua terrível mas bendita ameaça de que iria vomitar-nos de sua boca? Nós fracassamos; estamos impuros. Apreciamos os louvores dos homens. Buscamos nossos próprios interesses. Ó Deus, liberta-nos dessa existência egoística, egocêntrica! Dá-nos a bênção do quebrantamento! O juízo deve começar por nós, pelos pregadores!

Por que tarda o pleno
Avivamento?
Leonard Ravenhill

domingo, 23 de janeiro de 2011

CONFERENCIA E ABERTURA DA ESCOLA

ESCOLA DE PROFETAS



Escola De Profetas visão
fundamental é ajudar as igrejas locais no processo de restauração dos serviços de Apóstolo e Profeta, e ativar todos os dons espirituais dados por Deus aos seus santos para a obra do ministério (Atos 3:20 - 21 e Efésios 4:11-12). Proporcionar educação e formação, a escola quer ver os santos equipados para ouvir a voz de Deus, e capazes de ministrar os dons de uma forma edificante, que reflete o ministério de Jesus e Sua Palavra.
Benefícios da escola profética
Esta escola vai fornecer a sua igreja o seguinte:
a. entendimento claro do que é a profecia, B, espírito de profecia, porque a igreja deve ser ativado no profético.
C. Ter uma compreensão de que o ministério profético e como ele deve funcionar dentro da Igreja.

A RESTAURAÇÃO DO MINISTÉRIO APOSTÓLICO


AT. 3: 19 – 21

Estes versículos falam dos tempos de refrigério e restauração. Há etapas quando Deus refrigera seu povo e há etapas quando Deus restaura verdades e ministérios que foram perdidos por causa do pecado, negligência e tradição. Hoje estamos vivendo um tempo de restauração, restituição do ministério apostólico, para a igreja significa reconstituir a saúde, e restaurar a organização outra vez.

Deus quer trazer a restauração e reconstituição em sua vida, tanto em área pessoais como em áreas ministeriais. Ore e peça a Deus que lê ajude a identificar estas áreas e então se ponha a disposição de Deus para trabalhar nesta restauração interna e através de você restaurar a outros.

UMA MUDANÇA NECESSÁRIA

Restaurar significa voltar a existência, restabelecer, restaurar a condição original. Isto significa devolver, reiniciar, reviver, voltar a chamar a vida, retomar, reconstruir de forma similar ao original. Sem uma constante renovação e superação as coisas decaem; deterioram-se e declinam inevitavelmente por causa da negligência. Então a restauração é necessária para corrigir e mudar as situações.

Qualquer pessoa se encherá de regozijo quando, depois de comprar uma casa velha, a reconstitui a sua condição original, depois de passar por um árduo processo de restauração. Mesmo arruinada o olho perspectivo vê a casa que um dia teve sua elegância e encanto e que pode ser restaurada mais uma vez. Esta gente perspectiva desfruta do processo e dos resultados desta restauração. Em um sentido, eles exercem misericórdia sobre a velha casa e entram no trabalho de uma amorosa restauração.

A restauração dentro da igreja, que envolve cada um de nós, ocorrerá como resultado da misericórdia de Deus. Ele não permitirá que adoeçamos com a deteriorização do passado. Por causa do seu grande amor, ele restaurará para nós o que necessitamos para cumprir seus planos e propósitos na terra.

Os profetas falaram de restauração. A tradução Weymouth define restauração: o que Deus falou desde o tempo mais remoto através da boca dos profetas (At. 3:21)

Joel falou de uma parte do que ocorria nos últimos tempos. Agora estamos experimentado o maior derramamento do Espírito Santo que o mundo jamais conheceu. Há mais crentes cheios do Espírito Santo do que em qualquer outro tempo na história. O ministério apostólico está sendo discutido ao redor do mundo. Alguns o estão rechaçando de pronto, porém muitos o estão abraçando e começando a caminhar com eles. É algo novo. São novidades que Deus está fazendo.

Deus colocou nova ênfase nas palavras “restaurar e anos”. Deus não somente esta restaurando o ministério apostólico da Igreja como também esta restaurando os anos que foram perdidos durante a relativa ausência deste importante oficio. Em outras palavras, a colheita de almas que esteve perdida durante estes anos se recuperará neste tempo. Veremos multidões incorporando-se ao Reino como resultado da presença do Espírito nestes tempos finais.

Is. 42:22

A igreja está reclamando agora pela restauração do autêntico ministério apostólico. Estamos orando para a restauração e declaração dele profeticamente. O povo de Deus está saindo das cavernas e cárceres. A igreja está vivendo uma nova liberdade. Através da restauração do ministério apostólico a igreja está alcançando a maior liberdade no ministério.

A restauração é necessária por causa do rompimento (isto é a declinação gradual) do autêntico ministério apostólico depois que os primeiros apóstolos morreram. Paulo advertiu a igreja o que ocorreria depois da partida.

A seguinte profecia descreve por antecipação o que passaria depois da morte dos primeiros apóstolos. Era um quadro do que ocorreria depois que o ministério apostólico não estivesse presente.

At. 20:29,30

Muito rapidamente entre o segundo e terceiro século a igreja deu uma virada para o cerimonialismo e o tradicionalismo. Os falsos ensinamentos quase a apartaram da verdade. Posteriormente a igreja ingressou no período conhecido como Idade Média, durante o qual a igreja institucional ganhou um imenso poder político e social. Pouco a pouco ocorreu um aleijamento dos verdadeiros ensinamentos e práticas apostólicas. Mais tarde, a Reforma Protestante do século dezeseis começou a tirar a igreja fora das trevas espirituais que havia cegado sua mente por vários séculos.

A igreja Católica ensinou que a Igreja era apostólica, porém a autoridade apostólica estava institucionalizada na sucessão (a sucessão de nomeação) de bispos. Creu-se que esta autoridade veio desde Cristo, quem a sua vez nomeou seus discípulos, o qual a seu turno foram nomeando os bispos, em grego (episkopes), sobre várias cidades. Desde o segundo ao sexto séculos, todos os centro de liderança da igreja de Roma, tiveram um bispo. Na Igreja Católica Romana o Papa e o bispo de Roma, chegaram a ser reconhecidos como o bispo superior de todos.

A reforma protestante desafiou esta doutrina monopólica. Os reformadores consideraram que esta autoridade apostólica só se encontra na Bíblia, mais que na igreja e em suas instituições. Desafortunadamente muitos dos reformadores mais proeminentes também creram que o período apostólico havia cessado ao mesmo tempo em que o Novo Testamento.

UM MINISTÉRIO PERPÉTUO

O oficio apostólico nunca deverá cessar, foi destinado a ser um oficio perpétuo na Igreja através dos tempos. Os onze apóstolos entenderam pelas profecias de Davi que este ministério deve ser suprido quando houver uma lacuna.

Sl. 109:8

At. 1:20

O remanescente dos apóstolos orou ao Senhor, pedindo a direção para eleger outro que viesse a tomar o lugar de Judas Iscariote. Eles entenderam pela palavra do Senhor que outro deveria tomar o lugar vago deixado por Judas. Este é um principio bíblico concernente aos ofícios ministeriais. Cada geração é responsável por orar e crer que Deus vai suprir o oficio deixado pela geração anterior.

Não é vontade de Deus que este oficio fique vazio. Quando ele estava vazio a Igreja sofria por causa da ausência da unção.

A constituição dos Estados Unidos prescreve que o oficio executivo do presidente deve ser ocupado de geração em geração. Quando o presidente deixa vazio o oficio, outro o ocupa por eleição ou nomeação. Se o presidente morre no exercício do cargo, existe uma ordem de sucessão. O vice ocupará seu lugar imediatamente.

O oficio de presidente não cessou com a morte de Jorge Washington. Ninguém pensaria em deixar o oficio de presidente vazio. Alguém deve ser instalado como presidente para executar os assuntos governamentais. A mesma verdade se aplica na Igreja.

O oficio apostólico tem estado vazio há muito tempo, por causa de incredulidade e tradição da Igreja. Hoje está sendo suprido por aqueles que o Senhor tem elegido. Nossa doutrina esta sendo corrigida e nos estamos clamando por “restauração”.

O OFICIO APOSTOLICO TEM ESTADO VAZIO POR CAUSA DA INCREDULIDADE E DA TRADIÇÃO DA IGREJA, HOJE ESTA SENDO SUPRIDO POR AQUELES A QUEM O SENHOR TEM ESCOLHIDO

O ministério apostólico é perpétuo. Mesmo que os primeiros apostólos morreram, o oficio não. Os apóstolos são oficiais da Igreja. Eles não são apenas oficiais, mas eles têm um importante trabalho. Um oficial é um executivo, e os executivos têm a autoridade para executar comissões. Tendo em vista que a comissão da Igreja é apostólica, a Igreja necessita de apóstolos para cumpri-la.

UM REFORMADOR APOSTOLICO

Em 1896, desde sua sede em Chicago, John Alexander Dowie pregou um sermão intitulado “O ministério de um apostolo é para hoje?” Dowie habilmente confrontou a posição daqueles que mantinham a idéia de que houveram apenas doze apóstolos. Dowin sinalizou que esta posição não poderia ser correta se levarmos em conta os apóstolos Matias, Paulo, Tiago (irmão de Jesus) Barnabé, Apolo e tantos outros que o livro de Atos e ao longo do Novo Testamento são chamados de apóstolos.

No tempo que viveu Dowie a maioria da igreja não cria que o ministério do apostolo continuou depois da morte dos doze que estiveram com Jesus e pressuposto o apostolo Paulo. Dowie sustentou que o ministério de apostolo era algo perpétuo, constituído na Igreja por Deus, até o retorno de Cristo. Assombrosamente, a Igreja atual tem a mesma postura da Igreja do tempo de Dowie. Há muitos que crêem que o oficio de Apostolo ficou fora do lugar depois da morte dos primeiros apóstolos.

Dowie manteve a ordem de Deus, primeiramente apóstolos, depois profetas e em terceiro mestres. Isto foi uma mensagem radical contra a tradição de seus dias. Muitos não gostaram desta mensagem, porém era bíblico e verdadeiro. Dowie pregou uma mensagem de restauração do apostólico para uma Igreja que estava à frente de seu tempo.

Além de sua pregação, se você estudar a vida de John Alexander Dowie, você admitirá que seu ministério foi apostólico. Também foi reformador, pois durante sua vida pregou uma mensagem enérgica contra a apostasia da Igreja. Ele trouxe para a Igreja uma mensagem de sanidade e libertação que estava perdida a centenas de anos.

Dowie recebeu uma forte oposição por clérigos que o chamaram de fraudulento pela sua prática de sanidade divina. A imprensa de Chicago também o combateu, fazendo com que ele se retratasse por mais de cem vezes, tentando deter o ministério de Dowie da sanidade divina. Centena de pessoas foram curadas e milhares escutaram a sua pregação. Ele foi capaz de preencher o maior auditório de Chicago.

Ele pregou contra a hipocrisia da Igreja e os vícios do tabaco e do álcool em sua cidade. Os resultados foram fenomenais. Milhares foram salvos. Muitos de seus inimigos foram desmascarados por seus pecados e muitos morreram de vergonha. Dowie literalmente sacudio a cidade de Chicago e ocasionou problemas aos círculos religiosos e civis. Ele eventualmente deixou Chicago e instalou sua sede a 40 milhas da cidade, denominando o local como Sião.

Os sermões de Dowie se dirigiam contra o denominacionismo e o sectarismo das igrejas de seu tempo. Como mencionamos anteriormente, os apóstolos tem preocupação com a forma da Igreja. Quando a forma não é segundo a palavra de Deus o apostolo discernirá, pregará e ensinará a Palavra para que voltem a forma desenhada por Deus.

Um forte espírito reformador esteve na palavra de Dowie especialmente na área da sanidade. A falta de fé e de prática desta área o inquietou. Ele pensava que não ter compaixão pelos enfermos e não orar e crer que Deus os curasse era uma hipocrisia da Igreja.

O EVANGELHO DO REINO


A MANIFESTAÇÃO DO REINO


INTRODUÇÃO

Porque tanto interesse em conhecer a respeito do reino de Deus ou do Reino dos Céus? Estas respostas serão desenvolvidas no transcorrer deste material, mas necessitamos antecipar alguns argumentos.

Primeiramente, nossa cidadania não é mais a que pertencíamos anteriormente, vivemos e servimos no Reino de Deus. Literalmente temos sido “libertados da potestade das trevas, e transportados ao Reino de seu amado filho” (Col. 1:13; cf. I Pe 2:9 – 12)

Transitamos por este mundo, mas pertencemos a outro reino e em nós este reino se manifesta, e se manifesta segundo quais princípios? Pelos princípios que regem o Reino dos Céus, que não são os mesmos pelos quais vivíamos anteriormente.

O conjunto de princípios e normas do reino se denomina “justiça”. Este conjunto, “justiça”, deve reger nosso comportamento e por este conjunto, “justiça”, seremos julgados. Por esta razão o Senhor nos manda buscar primeiramente o Reino de Deus e sua justiça, e as demais coisas vos serão acrescentadas. (Mt. 6:33) Se queremos ter êxito neste tempo, temos que entender que estamos vivendo sob novas regras e se não as conhecemos, não apenas não teremos o êxito esperado, como não conseguiremos a vive-las e estaremos a mercê da vida.

Entender o reino nos permitirá uma nova forma de ver, pensar, analisar e encarar as situações; um comportamento diferente; novos hábitos, novo vocabulário, e muito mais. Existe conclusões e conceitos que no contexto do reino devem ser redefinidos.

Onde e quando nasce a idéia em Deus de ter um reino? É certo respondermos que essa idéia foi concebida desde a eternidade porque em Deus tudo é concebido desta maneira, porém vamos recorrer a história que a Bíblia nos conta.

Monarquia como forma de governo nunca esteve nos planos de Deus, desde os tempos de Moisés Deus demonstrou o seu propósito para com o povo, “um reino de sacerdotes e gente santa” (Ex. 19:6) E não pode ser de outra maneira, se é o próprio Rei dos Reis quem falava, não existe outra forma de ver seu povo e suas possessões, a não ser como seu reino, como tão pouco é negociável que haja outro reino sobre o reino de Deus.

A história nos relata que nem todos podiam aspirar ser sacerdotes, apenas os da casa de Arão e de Levi. Também nos que não era plano de Deus que Israel tivesse reis como as demais nações (Is. 8:4-6)mas sim, que tivesse um Deus como nenhuma outra nação.
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DEUTERONOMOI 4 ..4 A 8
“Porém vós que permanecestes fieis, ao Senhor, vosso Deus, hoje, todos estais vivos”.
Eis que vos tenho ensinado estatutos e juízos, como me mandou o Senhor, meu Deus, para que façais no meio da terra que passais a possuir.
Guardai-os, pois, e cumpri-os, porque isto será a vossa sabedoria e vosso entendimento, perante os olhos dos povos, que, ouvindo todos esses estatutos dirão: Certamente este grande povo é gente sabia e inteligente.
Pois que grande nação há que tenha deuses tão chegados a si como o Senhor, nosso Deus, todas as vezes que o invocamos?
E que grande nação há que tenha estatutos e juízos tão justos como toda esta lei que eu hoje vos proponho?”

A idéia de Deus para o antigo Testamento era de uma nação submissa a um governo teocrático até o inicio do estabelecimento do Reino dos Céus na pessoa de Jesus. Porém não foi assim pela dureza do coração do povo.

Israel se converte em reinado sob a autoridade de Saul, Davi e Salomão, porém logo se dividiu nos reinos de Israel e Judá. Ambos os reinos perecem e o povo é levado ao exílio e escravidão para a Babilônia. Este não era o plano de Deus, nem a maneira como funciona o Reino dos Céus. O conceito de “Reino dos Céus” sobre a terra parece ser totalmente desconhecido até a vinda de Jesus Cristo.

A idéia de que Deus é rei e reina era bem clara. Isto é evidente pelas visões do trono que tinham os profetas, em salmos e nas demais evocações de Deus, como um Deus que reina. Porém são duas historias em paralelo: na terra uma nação debatendo-se com Deus buscando uma forma humana de como organizar seu governo enquanto nos céus já havia perfeitamente estabelecido um reino como modelo. Finalmente o reino dos céus, envolveu a terra de tal maneira que se tornou eminente seu estabelecimento nela. Este é nosso tempo e nosso propósito.

Se isto não for entendido, corremos o risco de perder nossa oportunidade de êxito e não podemos desperdiça-la. Este é o tempo de nossa visitação, é o melhor tempo para servir a Deus em toda a história,
Nós e nossa geração estamos sendo chamadas para preparar o retorno do Rei dos Reis.



UM REINO EM ORDEM: SUA JUSTIÇA

1.1. – INTROTUÇÃO

O Reino dos Céus é um reino perfeitamente ordenado o que rege essa ordem é sua justiça.
Na oração do Pai nosso Jesus, nos ensina a pedir: “Venha teu reino, seja feita tua vontade assim na terra como nos céus” (Mt. 6:10) Essa declaração é bem clara e rica em conceitos e termina (vers. 33) com a ordem de: “buscar primeiramente o reino de Deus e sua justiça e todas estas coisas (as que buscamos e que desejam os homens) serão acrescentadas”

Tanto João Batista como Jesus anunciaram que: “o reino dos céus havia chegado” (Mt. 3:2; 4:17). Em Jesus Cristo inicia-se o estabelecimento, porque o reino está nele, porém, o estabelecimento definitivo ocorre através da Igreja em nós, corpo de Cristo que traz sua presença e faz suas obras.

Há uma chave que não podemos perder de vista, para que não falemos erroneamente e assim frustremos o estabelecimento do Reino de Deus. É cada vez mais freqüente ouvirmos em nossos púlpitos re-interpretações da mensagem de Deus e da Bíblia. Tradicionalmente se diz que a mensagem era uma mensagem de salvação, o que não é errado, mas não é o primeiro ponto, hoje nos dizem que o ponto principal é a mensagem do governo, o governo de Deus sobre tudo, sobre o governo do homem na terra, o governo da Igreja. Governo, governo e mais governo. Creio que este não é o enfoque correto.
A mensagem nunca se centrou no governo, mas sim na sua contrapartida: a obediência. Não há governo sem obediência, porque não há autoridade sem delegação da mesma e não há delegação de autoridade para quem não sabe obedecer.

Não podemos encarar o estudo do governo de Deus e suas delegações de autoridade de outro ponto de vista que não seja a obediência.

Cristo mesmo que chegaria a ser “Rei dos Reis” e “Senhor dos Senhores” expressa que “O filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir” (Mt. 20:28) falando claramente não de sua aplicação tirânica, da autoridade que lhe foi dado por direito, mas sim de uma atitude totalmente oposta que lhe levaria a ser reconhecido como Senhor. Relativo a seu trabalho o mesmo expressa reiteradas vezes que não era sua vontade, mas a do Pai. E o Pai mesmo, dá testemunho dele na carta aos Hebreus (Hb. 5:8,9) quando expressa: “embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos que o obedecem,”

A obediência é a chave e a ordem no reino de Deus. A obediência leva primeiro ao reconhecimento e a sujeição à autoridade que da ordem no Reino de Deus: e em segundo lugar o cumprimento das normas e princípios próprios do reino que levam ao correto funcionamento e êxito do reino.

Nada do que estamos estudando poder ser visto se não através da obediência.
Um enfoque equivocado pode levar a uma atitude equivocada. Quando as pessoas trabalham focados no governo manifesta-se a competência, a sabedoria, a altivez, o desprezo, a tirania, a exaltação do ego do homem (tanto do que fala como do que ouve), características do falso ministro (ver 3.2 “Restauração do Ministério Profético”, Reformar ). Estas são características de pessoas que tentam servir sem antes ter curado seu ser interior, suas feridas históricas, debilidades e complexos. É impossível obedecer sem uma atitude e motivação sadia. A cura leva a obediência e ao serviço; a debilidade à doença e a busca de onde descarregar as frustrações.

GOVERNO

A primeira referencia ao trono de Deus é encontrada no livro de Êxodo 17:16 quando Moises e José vencem aos amalequitas. Logo o trono aparece reiteradamente nas visões dos profetas, do salmista e no livro do Apocalipse.

O trono estabelecido nos céus é de caráter eterno. Esta sobre tudo e rodeado de glória e da mais pura santidade. A sua visão gera temor e tremor a todos que o vêem e os deixa sem palavras para descreve-lo.

Porém o mais importante é entendermos claramente que neste reino é Deus quem exerce a máxima autoridade, estamos sob uma teocracia.

A criação não pode adentrar ao secreto de Deus até que Cristo nos desse esse direito pela salvação. O trono de Deus está estabelecido num lugar celestial acessível tanto a anjos quanto a homens que Deus queira que o alcance. Um lugar de onde Ele pode exercer a ministração e o governo de seu povo.

Claramente podemos entender que é o Pai que está sentado nas alturas com seu filho. (Ef. 1:20; Hb 1:3; Ap. 3:21) O Pai disse ao filho. “Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como eu venci e me sentei como meu Pai no seu trono”

Hb.1 O filho galgou este lugar logo após ter consumado sua obra redentora na cruz, ressuscitou e foi exaltado por Deus Pai.

Até onde chegam os limites do seu reino? Seu governo e autoridade se estendem além do seu próprio reino, alcançando e governando a todas as nações (Ap. 1:5, 11:15) e a todas as potestades (Cl. 2:10; 1:16 – 18; Ef. 1:20 – 23; Fil. 2:9-11).

Seu governo e autoridade não dependem de nada, não está em discussão, nem para aqueles que não o reconhecem ou que o desconhecem, Deus reina e ponto final.

Não apagueis o Espírito


Uma Igreja Pródiga Em Um Mundo Pródigo
Quem fizer um exame geral da igreja hoje ficará a perguntar-se quanto tempo o nosso Deus santo ainda vai-se segurar para não vomitar essa Laodicéia de sua boca. Se há uma coisa em que todos os pregadores estão de acordo é que esta é a era da Igreja de Laodicéia.
E apesar de estar suspensa sobre nossa cabeça a espada de Dâmocles da rejeição divina, nós, os crentes, somos preguiçosos, amantes das comodidades, e sem amor. Pois embora nosso misericordioso Deus perdoe nossos pecados, purifique nossa iniqüidade e se compadeça de nossa ignorância, o fato é que nosso coração morno é uma abominação para ele. Temos de ser quentes ou frios, ardorosos ou congelados; ou estamos ardendo de fogo espiritual, ou somos refugo. Deus abomina a falta de amor e de calor.
Nos dias atuais, Cristo está sendo “ferido na casa de seus amigos”. O livro de Deus hoje “sofre” mais nas mãos de seus expositores do que nas de seus opositores.
Somos descuidados no emprego de textos das Escrituras, interpretamo-los de forma distorcida, e lenta demais para nos apropriarmos de suas incomensuráveis riquezas. Um pregador defende a inspiração da Bíblia com fala eloqüente e espírito fervoroso, usando todo o seu vigor e energia. Mas, instantes depois, esse mesmo pregador, com uma calma mortal, começará a racionalizar essa mesma Palavra inspirada, com declarações contundentes:
“Esse texto não tem aplicação em nossos dias”.
E assim a fé ardorosa de um crente novo se esfria com um jato de água gelada que vem da incredulidade do pregador.
Somente a igreja pode “agravar o Santo de Israel”, e em nossos dias ela demonstra uma habilidade incomum nisso. Se existem níveis de morte espiritual, então o nível mais baixo que conheço é pregar sobre o Espírito Santo sem ter a unção do Espírito. Quando oramos, cometemos a imperdoável arrogância de suplicar que o Espírito venha a nós com sua graça — mas não com seus dons.
Vivemos dias em que o Espírito tem sido reprimido ou relegado a segundo plano, até mesmo nos círculos fundamentalistas. Precisamos declarar que queremos ver cumprida a escritura de Joel 2. Pode ser que até clamemos:
“Derrama teu Espírito sobre toda carne, Senhor!”
Mas, ao mesmo tempo, colocamos aí uma cláusula não expressa:
“Mas não deixe que nossas filhas profetizem, nem que nossos jovens tenham visões”.
“Ó Deus, se em nossa cultivada incredulidade e nesse nosso crepúsculo teológico e impotência espiritual temos entristecido e continuamos a entristecer o Espírito Santo, então, por misericórdia, vomita-nos da tua boca. Se não puderes fazer nada por nosso intermédio nem em nós, então, ó Deus, faze-o sem nós! Passa de largo por nós e assume para ti um povo que hoje não te conhece. O salva, santifica-o e reveste-o com o poder do Espírito Santo para realizar um ministério na esfera do sobrenatural! Depois envia-o ao mundo “formosos como a lua, puros como o sol, formidáveis como um exército com bandeiras” para reavivar esta igreja enferma que está aí, e abalar este mundo que se acha atolado no pecado”.
Pensemos um instante no seguinte: Deus não tem mais nada para nos dar. Ele já deu seu Filho unigênito para salvação dos pecadores; colocou a Bíblia ao alcance de todos os homens; enviou o Espírito Santo para convencer o mundo do pecado e revestir a igreja de poder. Mas de que vale um talonário de cheques se todos eles estiverem em branco, sem assinatura? Da mesma forma, que valor tem um culto, mesmo que seja de uma igreja fundamentalista, se o Deus vivo não estiver presente a ele?
Temos que saber manejar corretamente a Palavra da verdade. O versículo “Eis que estou à porta e bato” (Ap 3.20), não é dirigido a pecadores por um Salvador que aguarda permissão para adentrar o coração. Não. A figura aí é da triste imagem do Senhor à porta da Igreja de Laodicéia, querendo entrar nela. Imagine só tal situação! O texto mais lido nas reuniões de oração é: “Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles”. Mas na maioria dos casos ele não está no meio; está à porta. Cantamos louvores a ele, mas rejeitamos sua Pessoa.
Pegamos uma porção de comentários, e nos apoiamos nas notas de margem de nossa Bíblia, e assim como que nos imunizamos contra as ardentes verdades da imutável Palavra de Deus.
Não me espanto muito com a paciência que Deus tem com os pecadores, com homens de coração endurecido. Afinal, qualquer um tem paciência com uma pessoa cega e surda. E os pecadores nada mais são que cegos e surdos. Mas fico abismado com a paciência que ele tem com essa igreja egoísta, entorpecida, preguiçosa de hoje. O grande problema de Deus é que o mundo pródigo convive com uma igreja pródiga.
Ah, que crentes cegos, falidos e arrogantes somos! Estamos nus e não nos damos conta disso. Somos ricos (nunca a igreja teve tanto equipamento), mas na verdade somos pobres (nunca o nível de poder esteve tão baixo). Não nos falta nada (e, no entanto, falta-nos quase tudo que a igreja apostólica possuía). Será que ele está em nosso meio quando nos divertimos sem qualquer constrangimento, em nossa nudez espiritual?
Ah, como precisamos do fogo! Onde está o poder do Espírito Santo para derrubar os pecadores e encher nossos altares de convertidos? Hoje as igrejas estão mais interessadas em instalar seus aparelhos de ar condicionado, do que se condicionar para orar. “Porque o nosso Deus é fogo consumidor”. Deus e fogo são imagens inseparáveis; assim também são o homem e o fogo. Cada um de nós está trilhando um caminho de fogo: fogo do inferno para o pecador e fogo do juízo para o crente. E infelizmente milhões de pecadores irão experimentar o fogo do inferno porque a igreja perdeu o contato com o fogo do Espírito Santo.
Moisés recebeu seu chamado por meio do fogo. Elias invocou fogo do céu. Eliseu acendeu um fogo. Miquéias profetizou sobre a purificação pelo fogo. João batista afirmou: “Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo”. E Jesus disse: “Eu vim para lançar fogo sobre a terra”. Se nós tivéssemos com batismo de fogo a mesma preocupação que temos com o das águas, conheceríamos uma Igreja em chamas e experimentaríamos outro Pentecostes. A velha natureza pode querer escapar ao batismo nas águas, mas certamente o batismo de fogo a destruirá, pois ele “queimará a palha em fogo inextinguível”. Os discípulos de Jesus, que já haviam operado milagres e tinham presenciado a glória da sua ressurreição, só pregaram a cruz de Cristo depois que foram purificados pelo fogo.
Com que autoridade os homens pregam hoje, aqui ou nos países estrangeiros, sem antes ter vivido a experiência do “cenáculo”? Não nos faltam pregadores que queiram falar de profecias, mas nos encontramos muito pobres de pregadores proféticos. Não estamos apelando para que haja previsões espirituais e profetizadores do sensacional. O que resta para ser predito é muito pouco, pois temos a Palavra de Deus e a revelação da mente do Senhor nela. Mas precisamos muito de homens que possam apregoar. Ninguém pode monopolizar o Espírito Santo, mas ele pode monopolizar seres humanos, os profetas. Eles nunca são esperados, nem anunciados, nem apresentados — apenas aparecem. São homens enviados, homens selados, homens do sobrenatural. João Batista não operou nenhum milagre — quer dizer, os rios da miséria humana não correram para ele para que os tocasse. Mas ele soergueu uma nação que se encontrava espiritualmente morta.
Chego a admirar-me com nossos evangelistas que, sem constrangimento algum, relatam que experimentaram um maravilhoso avivamento em tal ou qual lugar, quando milhares de pessoas vieram à frente consagrando sua vida a Deus, e depois acrescentam uma explicação para satisfazer os fundamentalistas:
“... mas não houve desordem nem sensacionalismo algum”.
Mas será que pode haver um terremoto sem algum tipo de sensação? Ou pode haver um vendaval que não resulte em desordem? Não é verdade que o abrasante ministério de Wesley provocou uma revolução na Inglaterra? A Igreja da Inglaterra bateu a porta de todos os seus templos na cara desse “homem enviado por Deus, cujo nome era João” Wesley. Mas nem assim esses líderes religiosos conseguiram conter a maré daquele avivamento operado pelo Espírito Santo.
E Wesley, esse homem abençoado, abandonou a Universidade de Oxford, tendo “sido um fracasso total”, como disse ele à vista de todos (com a mente de um filósofo, o ardor de um zelote e a garganta de um orador), na tarefa de ganhar almas para o Cordeiro. Aí chegou o dia 24 de maio de 1738, e, numa reunião de oração numa casa à rua Aldersgate, ele nasceu do Espírito, e depois foi batizado por ele. E durante treze anos esse homem, que tinha um batismo de fogo, abalou três reinos.
O mesmo havia acontecido a Savonarola, que abalou a cidade de Florença, na Itália, a ponto de o rosto desse “monge louco” tornar-se um terror para os florentinos, e motivo de chacota para os fanáticos papistas.
Irmãos, à luz do conhecimento que temos sobre o altar de Deus, é melhor vivermos seis meses com o coração em chamas, apontando o pecado deste mundo, seja em que lugar for, e conclamando o povo a libertar-se do poder de Satanás e se voltar para Deus (como fez João Batista), do que morrer cercado de honrarias eclesiásticas e de doutorados em teologia, para se tornar motivo de riso no inferno, para os espíritos das trevas. Ridicularizar os magnatas da bebida e censurar os políticos corruptos não atrai maldição sobre a nossa cabeça. Há quem faça as duas coisas sem sofrer nenhuma ameaça à sua vida e à sua posição no púlpito. Os profetas do passado eram mortos porque combatiam veementemente as religiões falsas. E nós também devíamos nos deixar arder de santa indignação ao ver a religião falsa enganando nossos semelhantes, e roubando de nossos entes queridos a salvação; ou ao ver sacerdotes levando-os para o inferno sob a efígie de um crucifixo. E talvez, quem sabe, daqui a alguns anos, para abrir o caminho para uma nova reforma no século XX, nós sejamos queimados em fogueiras.
Esta aqui é para se ler e chorar: “Hoje o protestantismo mutilado vê os sacerdotes católicos romanos elogiando os evangelistas protestantes”. Responda em sã consciência, você acredita que esses mesmos papistas aplaudiriam Lutero ou apoiariam Savonarola? Ó Deus, envia-nos pregadores que possam entregar mensagens que penetrem o coração dos homens e o incendeie! Envia-nos uma geração de pregadores mártires, de homens em chamas, quebrantados e prostrados diante da visão de um castigo iminente e de um inferno eterno para os irregenerados!
Que Deus nos envie profetas, homens destemidos que clamem em alta voz e não poupem ninguém, que abalem nações com lamentos ungidos, que sejam fervorosos quase a ponto de se tornarem insuportáveis, duros a ponto de ser difícil ouvi-los, e descomprometidos a ponto de sofrerem perseguição. Estamos cansados de pregadores que se apresentam de roupas elegantes, linguagem suave e torrentes de palavras, mas apenas com uma gota de unção. São homens que entendem mais de competição do que consagração, mais de promoção do que oração. Substituem o crescimento do reino por propaganda, e se preocupam mais com a felicidade dos membros da igreja do que com a santidade deles.
Comparados com a igreja neotestamentária achamo-nos tão abaixo do normal, somos tão pouco apostólicos. Em muitos casos, a sã doutrina está fazendo muita gente dormir, pois a letra não basta. É preciso que ela esteja inflamada. O que dá vida é a letra mais o Espírito. Um bom sermão, expresso numa gramática perfeita, com uma interpretação irrepreensível pode ser tão sem gosto como uma colherada de areia na boca.
Se quisermos paralisar o comunismo e desmantelar a igreja romana precisamos de uma igreja batizada com fogo. Moisés foi atraído por uma sarça ardente; se a igreja estiver em chamas atrairá o mundo, porque eles ouvirão a voz do Deus vivo falando-lhes do meio dela.